Benvenuti

Questa è una comunità dei partecipanti del Circolo Emilia-Romagna di San Paolo - associazione collegata alla Regione Emilia-Romagna, in cui lo scopo è quello di mantenere il rapporto tra i suoi membri e la regione di origine. Questa comunità è un mezzo di comunicazione tra i nostri associati e un mezzo di promozione del nostro Circolo, della Regione Emilia-Romagna e delle sue province.



Esta é uma comunidade dos participantes do Circolo Emilia-Romagna de São Paulo - associação vinculada a Região da Emilia Romagna (Itália), cujo objetivo é manter o relacionamento entre seus membros e a região de origem.Esta comunidade é mais um meio de comunicação, onde lançamos oportunidades de bolsa de estudos e estágios para descendentes da nossa região, propomos e divulgamos atividades internas, nos conhecemos e interagimos com novos membros.



domingo, 31 de maio de 2026

Irmãos Zucchi


Giuseppe Zucchi 
 
Giacomo Zucchi

Muitos foram os italianos que vieram para o Brasil, especialmente para o Estado de São Paulo, região que concentrou 70% dos italianos que deixaram a Europa. Muitos nomes famosos que por aqui viveram há 80, 90 ou mais de cem anos, e acabaram caindo no esquecimento das pessoas de hoje. Por isso, este texto resgatará a trajetória da família Zucchi.

Giuseppe Zucchi nasceu em Ferrara, Emilia-Romagna, e chegou ao Brasil em 1891, aos 22 anos. Primeiramente ele morou em Amparo, onde trabalhou no Hotel/Restaurante Palmeri. Dois anos depois, seu irmão Giacomo chegou da Itália, e os dois compraram o Hotel/Restaurante Palmieri, no qual foram proprietários por dez anos.

Em 1906, ainda donos do empreendimento em Amparo, os irmãos Giuseppe e Giacomo Zucchi deixaram a gerência do Palmieri sob os cuidados de seu irmão mais novo, Arturo Zucchi, e decidiram criarem negócios na capital. Dessa maneira, eles compraram o tradicionalíssimo Hotel D’Oeste, situado nas esquinas das ruas Florêncio de Abreu e Boa Vista, bem em frente ao Largo São Bento.

Com os negócios prosperando, os irmãos também decidiram entrar para o mundo da agricultura, mais precisamente o plantio do café, que era o maior produto de exportação do Brasil na virada do século XIX para o XX.

Após um almoço com um hóspede do Hotel D’Oeste, os irmãos receberam uma indicação sobre uma fazenda de médio porte, com 311 alqueires, à venda na região noroeste do Estado de São Paulo. Era uma fazenda em uma cidade pequena, próxima à Cafelândia. Na sequência da aquisição da fazenda, os irmãos Zucchi conseguiram comprar mais terras para aumentar o tamanho de sua propriedade.  

Dessa maneira, eles iniciaram o preparo do solo para o plantio de café, algodão e criação de gado. Em paralelo, o governo estadual seguia com o intenso trabalho para promover o aumento das estações de trem responsáveis pelo escoamento da produção cafeeira. O governo acabou recebendo dos irmãos Zucchi um terreno amplo para a construção da Estação de Trem Afonso Pena, nome em homenagem ao presidente da república de então.

Dessa maneira, a região ficou com dois povoados: Pena, situado ao lado das terras da família Zucchi; e Cafelândia, situado nas terras da família Beraldo Arruda. O que dividia as duas povoações era a linha do trem que passava no meio delas e o Rio Saltinho.

A rivalidade que as duas comunidades criaram ao longo dos primeiros anos foi o impulso para que ambas se desenvolvessem economicamente e urbanisticamente. Até que no início dos anos 1920, os dois povoados resolveram se unir e virar uma cidade apenas. O nome escolhido foi Cafelândia, porém o bairro que os próprios moradores chamam de “cidade alta”, ficou com o nome de Pena.

Cafelândia, hoje, é uma das mais importantes cidades do interior de São Paulo na região que compreende as cidades de Lins e Novo Horizonte.

Durante o desenvolvimento da cidade, os irmãos Zucchi receberam muitos imigrantes italianos que vieram para trabalhar em suas terras. A fazenda, que agora era enorme, foi rebatizada com o nome de Santa Isabel. Em seu auge, a Santa Isabel chegou a ter mais de 3.500 alqueires, com a capacidade produtiva de mais de 700 mil pés de café e algodão. Além disso, também se criava gado e hortaliças que abasteciam os mercados e empórios locais.

Apaixonados pela Itália e por sua gente, os irmãos Zucchi criaram escolas, capelas e um hospital para seus colonos. A grandiosidade do trabalho fez com que o sobrenome Zucchi torna-se uma lenda na região, onde pode ser visto em ruas e avenidas da cidade.

A confusão com a Liga Paulista de Futebol e a Associação Paulista de Esportes Atléticos

Donos do importante Hotel D’Oeste na capital paulista, os irmãos Zucchi contribuíram para a recepção do Torino FC, time italiano que excursionou em São Paulo, no ano de 1914, e foi um dos motivos para a fundação do Palestra Itália (atual Palmeiras).

Entre os anos 1913, 1914 e 1915, o futebol da cidade de São Paulo possuía duas ligas e dois campeonatos. Uma era a Liga Paulista de Futebol (LPF) e a outra era a Associação Paulista de Esportes Atléticos (APEA).

As duas entidades competiam entre si para ver qual seria declarada oficial pela Federação Brasileira de Esportes (precursora da CBD e CBF) e uma das estratégias para mostrar força era convidar equipes estrangeiras para jogarem amistosos em São Paulo. Dessa maneira, em 1914, a ideia era trazer equipes italianas, visto que a cidade de São Paulo possui a maior colônia italiana do país. Então, a LPF convidou o Torino FC e a APEA convidou o Pro Vercelli.

Ficou acertado entre a LPF e os irmãos Zucchi que o Torino ficaria hospedado no Hotel D’Oeste, com as despesas pagas pela entidade enquanto o time ficasse na cidade, que seria de 9 a 24 de agosto daquele ano.

A diretoria do Torino, comandada pelos senhores Edgardo Minoli e Vitorio Pozzo (este seria o técnico da Itália nas Copas de 1934 e 1938), acertou que após São Paulo, o time iria também para Buenos Aires, utilizando parte da renda dos jogos realizados no Parque Antártica. A outra parte seria utilizada para pagar as despesas do time na estadia aqui, ou seja, a conta no Hotel D’Oeste.

O problema foi que a LPF não pagou a conta da hospedagem do Torino.

Dois anos depois, em 1916, a crise no futebol de São Paulo chegou ao fim com a fusão das duas ligas em uma só. A partir disso tudo era Associação Paulista de Esportes Atléticos, porém, a dívida continuava em aberto.

Os irmãos Zucchi acionaram a Justiça para a cobrança, já que a APEA agora era uma entidade rica, possuindo os maiores clubes como seus filiados, entre eles: Paulistano, Atlética das Palmeiras, Palestra Itália, São Bento e Santos (o Corinthians foi aceito na APEA no ano seguinte).

Porém, os diretores da APEA, sob a presidência do sr. Edgar Freitas Nobre, declaravam que o débito deveria ser pago pela antiga diretoria da LPF, no caso o ex-presidente Oscar Porto. Já o sr. Porto afirmava que, com a fusão sob a liderança da APEA, a divida deveria ser cobrada da diretoria desta entidade, pois ela seria a responsável pelos débitos da LPF.

Também surgiu uma história que o antigo tesoureiro da LPF, sr. Quantim de Moraes, havia embarcado com o Torino, em 1914, para os jogos em Buenos Aires e levado o dinheiro consigo. O total do dinheiro teria “sumido” durante a estada do sr. Quantim em terras argentinas.

Após quatro anos tentando a cobrança, em 1918, a diretoria da APEA deu uma solução para a dívida com os irmãos Zucchi: todos os times de outros estados que viessem para São Paulo jogar amistosos em que a APEA participasse da organização se hospedariam no Hotel D’Oeste. Dessa maneira, os selecionados estaduais que jogaram contra a seleção paulista, bem como os clubes ficavam hospedados no estabelecimento dos irmãos Zucchi, que acabaram sendo compensados com dois anos de hospedagens garantidas. 

Giuseppe Zucchi

Nasceu em Ferrara, Emilia-Romagna, no ano de 1869. Além de grande fazendeiro e bem feitor da comunidade italiana no noroeste paulista, foi um importante hoteleiro em São Paulo. Casado com Ermínia Palmieri teve dois filhos: Raul Palmieri Zucchi e Olinda Palmieri Zucchi. Faleceu em São Paulo no ano de 1948.

Giacomo Zucchi

Também nascido em Ferrara, em 1874, chegou ao Brasil dois anos após o irmão para ser seu sócio. Participou ativamente do crescimento da cidade de Cafelândia, onde uma das avenidas principais da cidade recebeu seu nome. Casado com Dionísia Azzari Zucchi, ele teve seis filhos: Mario Vitorio, Eliseu, James, Lealdino, Romeu e a menina Zaíra. Faleceu em 1954. 

Hotel D' Oeste


                                Hotel D’Oeste, em azul, em frente ao Largo São Bento em 1913

Construído em 1878 por uma família portuguesa, o Hotel D’Oeste foi reformado em 1892 e depois em 1900 (após um incêndio). Vendido para os irmãos Zucchi em 1906, permaneceu em atividade hoteleira até 1954, quando Giacomo Zucchi faleceu. Com o crescimento da rede hoteleira na cidade, os herdeiros alugaram o espaço para o comércio local, onde durante anos funcionou a loja de ferramentas “Casa Thomaz”. Em 2015, a referida loja mudou-se para a Av. Casper Líbero e, desde então, o prédio do Hotel D’Oeste está fechado.

Esquina das Ruas Boa Vita e Florêncio de Abreu, bem em frente ao Largo São Bento atualmente






terça-feira, 21 de abril de 2026

Um fim de semana em Bolonha


Bologna

O jornalista norte-americano Evan Rail, do New York Times, viajou para Bologna, capital da Emilia-Romagna, no mês de março, e fez uma descrição do que é passar um final de semana na histórica cidade italiana em 2026.

Neste texto, vamos apresentar um resumo dos principais pontos visitados pelo repórter durante sua breve visita à “capoluogo della Emilia-Romagna”. (Os preços são em Euro, mas vamos colocar no texto já em Real na cotação de Abril de 2026).

Sexta-feira

Palazzo Pepoli

Passando pelas duas praças principais do centro de Bologna que são a Piazza Maggiore e Piazza Netuno, você chega ao Palazzo Pepoli, um antigo palácio medieval que abriga o Museu de História de Bologna. São 36 salas que abrigam a história etrusca, romana, italiana e da Universidade de Bolgona (a mais antiga do ocidente). A visita custa R$ 58,00.

Pinacoteca Nazionale di Bologna

Importante local que abriga obras de Rafael, Ticiano e outros (entrada por R$ 70,00).

Galleria Cenacchi

Localizada dentro do Palazzo Vasselli, inaugurada em 2016, a galeria possui um excelente acervo de renomados artistas italianos com exposições gratuitas.

Bistrô Uno di Questi Giorni

Aberto em 2024, a especialidade da casa está nas carnes e saladas. Os pratos de maior destaque são Barriga de Porco Defumada; Carne de Carneiro Grelhada. Também existe um cardápio surpresa, composto por cinco pratos escolhidos pelo próprio bistrô, e que sai por R$ 380,00.

A carta de bebidas possui marcas importantes como Intrecci Masia 22, uma bebida híbrida que contém vinho seco e cerveja Ca’del Brado, fabricada por uma famosa cervejaria artesanal na Villa Rastignano.

Sábado

Pappare’

Famoso café do centro de Bologna, muito freqüentado por universitários e professores, com ótimos doces. Uma sugestão é o cornetto integrale crocante e folhado que vem recheado com avelã (R$ 11,00). Panquecas, torradas e ovos mexidos com bacon crocante também estão no cardápio.

Via San Vitale

Famosa rua que vende roupas de qualidade, principalmente no estilo vintage, além de acessórios masculinos e femininos e bijuterias. Andando por esta rua, você terá acesso a outras próximas onde podem ser encontrados pôsteres e pinturas históricas, cartazes antigos de políticos e de cartazes de comerciais, como da moto Vespa. Destaque para a loja Lux in Art, que possui mapas de Bologna, livros e reproduções emolduradas que retratam a cidade no século XVIII.

Museu Ottocento Bologna

Muitos pintores bolonheses do século XIX não possuíam o reconhecimento merecido. Para corrigir esse erro, foi inaugurado em 2023 o Museu Ottocento Bologna, onde pinturas de artistas como Luigi Bazzani, Emma Bonazzi e Guglielmo Pizzirani estão expostas (entrada por R$ 70,00).

Museo Internazionale e Biblioteca della Musica

Bem próximo estão localizados o Museu Internazionale e a Biblioteca della Musica, que destaca o importante papel da cidade para músicos e compositores, incluindo Mozart. Instrumentos antigos estão em exposição no local. (entrada R$ 30,00).

Mò! Mortadella Lab

Famosa lanchonete que oferece sanduíches de mortadela com queijo provolone, além de outros acompanhamentos. Na verdade, os sanduíches podem trazer vários queijos diferentes, bem como sanduíches com presunto, alcachofra e berinjela. (preço de R$ 44,00 em média).

Museu Arqueológico de Bologna

Muitos artefatos antiqüíssimos estão em exposição no local, como: papiros, múmias (humanas e felinas), amuletos e outros artefatos do Egito antigo.
No piso superior estão artefatos das culturas romanas, etruscas, celtas, gregas e romanas. O destaque fica para um mosaico do século II que traz a figura de uma Górgona. (entrada por R$ 35,00).

La Sorbetteria Castiglione

Uma das mais famosas sorveterias da cidade, que possui sabores únicos como o “portici”, em homenagem aos pórticos de Bologna (cheesecake e caramelo), pistache e chocolate. A Gelateria Gianni possui versões mais cremosas dos mesmos sabores. Como uma fica 20 minutos de distância da outra, você pode caminhar e pensar qual das duas é a melhor. (média de R$ 50,00).

Osteria del Sole

Famoso restaurante da região central da cidade, onde o atual dono diz que a casa foi fundada em 1465, possui uma das melhores cartas de vinho de toda a região.
Outros nomes, bem mais recentes, também chamam a atenção como a Vinibelli. (média de R$ 40,00 a R$ 120,00 a taça).

 Volare

A vida noturna possui ótimas opções como o Volare, espaço dedicado aos coquetéis (que vão de R$ 58,00 a R$ 87,00 o copo).

Domingo

Piazza Maggiore

Suba a Torre do Relógio para apreciar a vista da cidade, já que as duas torres maiores (Asinelli e Garisenda) estão em reforma e só devem reabrir no meio de 2027. A Torre do Relógio possui 45 metros e você deve fazer a reserva online com antecedência).

Trattoria da Me nella Torre

A chef Elisa Rusconi, vencedora de uma reality show chamado “4 Ristoranti”assumiu a Trattoria da Me nella Torre e, em 2024, abriu uma filial na parte baixa da Torre Galluzzi. Destaque para a cotoletta alla bolognese (R$ 145,00) e para a Lasagna a bolognese (R$ 100,00).


Tradução e resumo: Julio Cezar Ragazzi

sábado, 15 de março de 2025

Grupo teatral Instabili Vaganti, de Bologna, em apresentação em São Paulo




O premiado grupo teatral italiano Instabili Vaganti, de Bologna, traz a São Paulo "Lockdown Memory", uma emocionante performance que mescla teatro físico, vídeo e narrativa documental para relatar as experiências dos artistas ao redor do mundo durante a pandemia. A peça, reconhecida internacionalmente por sua intensidade e inovação, terá uma única apresentação no Teatro Itália.

Criado por Anna Dora Dorno e Nicola Pianzola, "Lockdown Memory" vai além do palco: é um testemunho artístico sobre um dos períodos mais desafiadores da história recente. A peça transporta o público para diferentes partes do mundo, revelando sentimentos universais de medo, resistência e transformação vividos no isolamento.

"Este espetáculo nasceu da necessidade de levar ao teatro tudo o que experimentamos e criamos durante o lockdown, rompendo a barreira da tela e restabelecendo o contato direto com o público", explica Anna Dora Dorno, diretora e performer. Para Nicola Pianzola, "Lockdown Memory" representa uma jornada artística e emocional, na qual as histórias coletadas ao redor do mundo se entrelaçam em cena, formando uma cidade distópica e sensorial da memória.

A apresentação em São Paulo conta com o apoio do Circolo Emilia-Romagna di San Paolo, parceiro desta única exibição na cidade. "Receber o Instabili Vaganti é uma honra imensa. Além de seu talento reconhecido, eles compartilham conosco uma forte ligação com Bologna, terra de nossas raízes. 'Lockdown Memory' é a prova de que a arte não apenas resiste, mas se reinventa, conectando pessoas mesmo nos momentos mais difíceis", destaca Eduardo Morelli, presidente do Circolo.

Aclamado pela crítica na Europa, o espetáculo chega ao Brasil para emocionar e provocar reflexões sobre a força da arte diante das adversidades.

SERVIÇO

Espetáculo: "Lockdown Memory" – Instabili Vaganti
Local: Teatro Itália
Data e horário: 25 de março de 2025, 20h00
Ingressos: https://bileto.sympla.com.br/event/103334

Para entrevistas, informações e credenciamento de imprensa, entre em contato: circolo@emiliaromagnasp.com

domingo, 30 de junho de 2024


Se você tem raízes emiliano-romanhola ou laços afetivos com a região, participe da pesquisa respondendo algumas perguntas. Suas histórias e dados ajudarão a criar uma exposição itinerante que conecta passado e presente. Projeto em parceria com associações ER presentes no Brasil, com apoio de instituições brasileiras e italianas. Participe e compartilhe! 

Participe da nossa live especial no Dia dos Emiliano-Romagnoli nel Mondo!

No próximo dia 02 de julho, às 21h00, o Circolo Emilia-Romagna de São Paulo tem o prazer de convidá-lo(a) para uma live especial em comemoração ao Dia dos Emiliano-Romagnoli nel Mondo! Este evento será transmitido ao vivo pelo nosso Instagram @CircoloEmiliaRomagnaSP, onde iremos apresentar quem somos, nossas atividades, como fazer parte da nossa comunidade, e muito mais.

 

O que você pode esperar:

  • Descubra quem somos e nossa missão de conectar os emiliano-romagnoli em São Paulo;


  • Saiba como se envolver em nossas iniciativas e participar ativamente;


  • Conheça nossas conexões com a Emilia-Romagna e as oportunidades oferecidas, como bolsas de estudo e networking;


  • Participe ao vivo e faça suas perguntas para interagir diretamente conosco!

     

Não perca essa oportunidade de se conectar com a comunidade que também é sua e descobrir como podemos crescer juntos!


Data e hora: 02 de julho de 2024, às 21h00

Local: Instagram @CircoloEmiliaRomagnaSP

 

Marque na sua agenda e nos acompanhe ao vivo! Esperamos você para celebrarmos juntos o Dia dos Emiliano-Romagnoli nel Mondo.


Atenciosamente,

Eduardo Morelli

Presidente do Circolo Emilia-Romagna de São Paulo

sábado, 16 de março de 2024

Faça parte do Circolo Emilia-Romagna di San Paolo: Quem somos

Descubra o Circolo Emilia-Romagna di San Paolo!
Conheça a nossa diretoria, que guia nossas iniciativas e as atividades que realizamos.
Somos uma comunidade de italianos, oriundos e descendentes do Estado da Emilia-Romagna.
Nosso propósito é compartilhar essa herança cultural e contribuir com a divulgação da região, e de tudo que se refere a ela, assim como enriquecer nossa cidade que abraça e se alimenta da pluralidade cultural.
Faça parte do Circolo Emilia-Romagna di San Paolo: www.circoloer-sp.com.
Siga-nos em nossas redes sociais!








Giornata Gastronômica e Enológica: Experiência Emilia-Romagna


A tradição enogastronômica na Itália e em especial na Emilia-Romagna, inspirou a organização de um evento especial com o apoio de conceituadas empresas da região da Emilia-Romagna presentes no Brasil.

Realizado pelo Circolo Emilia-Romagna di San Paolo e pela Rete Giovane da Câmara de Comércio Italiana, o evento será dividido em duas etapas: "La Nostra Gastronomia" e “I Nostri Vini”.
Os participantes viverão a experiência de degustar pratos e produtos regionais de alta qualidade, elaborados pelo chef Gabriel Pavan, e de explorar a arte de harmonizar essas delícias com vinhos da região.

O evento possui vagas limitadas e é exclusivo para os associados das instituições promotoras, sendo necessária a confirmação da presença até o dia 19/03 através do link: https://lnkd.in/dDm7mm6m